Sunday, January 08, 2006

JOGO DO AMOR


No dia 31 de dezembro, já quase na viradinha do ano ganhei um lindo presente, na verdade dois presentes, um presente físico(que só vou revelar no final) e um presente... posso chamar de sentimental, o jogo do amor.
Era uma tarde de sol escaldante, o fogo do corpo podia ser visto nitidamente, o suor descia pelo rosto, queria apagá-lo de qualquer jeito, minha única saída era entrar na piscina de 10 mil litros que ficava no quintal da casa dele. Ele não estava em casa, nem sabia onde ele estava. Fitava aquela bacia de água continuamente, até que decedi dá um mergulho. Com um shot estampadinho e uma blusa de alça, caí feito um patinho naquela piscina, tinha um desejo insaciável de tomar banho e refrescar a minha mente e algo a mais. A fumaça subiu, o fogo havia apagado.
Eu não estava sozinha, a Bebê, uma linda minina de 3 anos me fez companhia, ela não podia ver aquela piscina cheia que já queria fazer a festa, aproveitou que eu estava lá, para cair na folia. Enquanto ela pulava de felecidade, tentei relaxar e refletir um pouco, o ano estava para terminar, era o final de 2005, questionava: O que fiz esse ano? Quais foram minhas ações? realizei meus objetivos? oque faltou para alcançar? Comecei a tumultuar meus pensamentos, parecia uma guerra mental, perguntas e respostas, gritei no meu íntimo: chega! faltam algumas horas para o ano terminar e eu estou enlouquecendo... e quando estava quase entrando numa convulsão psicológica. Ele aparece... ufa! fui salva, deu-me um beijo e se foi.
Hã, será que era um sonho, procurei-o e não encontrei, ele já estava subindo às escadas e entrando para dentro de casa, ah! ele está aqui, pensei: ele foi trocar de roupa para vir me fazer companhia. Fiquei esperando, esperando... e passaram alguns minutos gritei: Alexandre! Alexandre! ele apraece com aquele rostinho meigo, disse-lhe: vem para piscina relaxar um pouco, ele responde meio sem jeito, bem, eu... sabe... ele não estava a fim, fiquei tão triste, que criei uma criaturinha no meu pensamento, a ira. Fiquei tão chateada que queria explodir. Então subi e perguntei irada:por que você não foi para a piscina? ele não respondeu, então fui tomar uma chuverada e trocar de roupa. Ele veio na minha direção, deu-me um beijo e...
o jogo do amor estava para começar.

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