Saturday, January 21, 2006

O AMOR NO JOGO DE XADREZ

Quando amamos, usamos infinitas estratégias para conquistar cada dia a pessoa amada, é preciso aumentar o conhecimento de lógica para driblar o inimigo da ira, raiva, tensão desafeto, e outros mais... se não, o amado escapa pelos dedos.
No mais íntimo do coração, devemos criar táticas para nos policiarmos quando extrapolamos em sentimentos infelizes. E por falar lógica, tática... Isso me faz lembrar o xadrez. Agora, vou contar em detalhes como foi o jogo do amor na viradinha do ano.

Ele, com um olhar cintilante, deu-me um papel dobrado escrito no verso: nº 1.
Abri, tinha um conjunto de palavras que dizia: Oi, amor! Pegue algo que te espera embaixo do microondas.

Um pouco surpresa fui até a cozinha então... Fazer o que, né? Era outro papel dobrado com o nº 2, que dizia: Achou!!!!! Gostou? Não?... Dizia o papel.
Eu, com a cabeça cheia de pontos de interrogação dei um sorriso amarelo... O pior é que ele começou a filmar tudo, e ainda, estava despenteada, tinha acabado de sair do banho, ele esperou só eu tirar a toalha da cabeça.

Continuando o papel nº 2... Então procure no Livro do Kottler Marketing das Nações página 31,adivinha o que era. Outro papel, ou melhor, outra pista, a final, era um jogo, agora com o nº3, vamos lá: Gostou do livro? O Paulinho também! Chame-o e pergunte o que ele achou do livro.

O Paulinho é o primo dele, de fato ele nunca leu o livro nem ao menos sabia do que se tratava. Eu coloquei logo o olhão no livro, achando que era meu... He, he, he... Fui até o Paulinho e perguntei alto em bom som:

Paulinho o que você achou do livro? Ele saiu da sua casa e me deu a pista nº 4.

Que dizia: Essa é a resposta que você estava procurando? Não? Coma algumas balas na sala, balas de hortelã. Logo abaixo um coraçãozinho desenhado, que fofo...

É, realmente o livro não era meu. Então fui até a sala e ataquei o pote de balas, tinha outra pista, a nº 5. Eu pensei que ia ficar brincando de caça ao tesouro o dia todo.

Amor vc deve tá cansada (como é que ele sabia?) tudo isso foi pra mostrar o quanto nos procuramos em lugares errados a vida toda. Amo muito você. Ah, eu me derreti toda.

Era um jogo lindo, talvez o melhor que já joguei, o jogo do amor... A pista ainda dizia: Pede para sua sogra te mostrar o que ela tem para você. Um beijo! te amo! E outro coração no finalzinho da pista. Dona Marta pediu para eu pegasse um negócio num saco amarelo em cima do armário da cozinha.

Era um cartão de amor, musical - com o som do Titanic. Que dizia: Lena agradeço a Deus todos os dias pela oportunidade de te conhecer. Espero ansioso pela vida acompanhar você, minha amiga, companheira, namorada cúmplice...Meu amor... Descobri o quanto te amo. Te amo, te amo, te amo te amo D+ ! Do seu amado, Alexandre Kitsune.

Dentro do cartão tinha mais uma pista, a nº 6: Gostou do cartão? Ele é o seu presente de natal! Tudo que pude te dar esse ano! Tem momentos em que tudo o que podemos oferecer são palavras.Esse ano foi uma dessas vezes. Espero que guarde esse cartão no fundo do coração.
Eu, emocionada dê-lhe um beijo de agradecimento. Fiquei feliz pelo presente, as palavras substituíram qual quer presente físico!

Ei, o jogo ainda não havia terminado, não! No fim da pista 6, dizia: o outro está no xadrez. Qual outro? Questionei. Abri o jogo de xadrez, e... Outra pista, a nº7, que dizia: Aqui, não! O outro presente está no jogo de xadrez, dentro do armário Gradiente.

Procurei o outro jogo, e nada! Ele teve que me dá uma dica, estava embrulhado com papel de presente. Abri, curiosa... Era uma caixa de celular, ah, é só a caixa, falei. Abri, xeque! Tinha um celular. Um celular? Perguntei, ele que estava gravando todos os meus movimentos, disse, sim, é seu! Obrigada meu amor... Dê-lhe muitos beijinhos. Xeque-mate! Não tive como fugir. Outrora estava irada por que ele não tinha ido à piscina, e de repente... Fiquei em xeque...
Assim termina o jogo do amor... Lembrando que homem romântico ainda existe, acredite!Sim, ele existe!

Sunday, January 08, 2006

JOGO DO AMOR


No dia 31 de dezembro, já quase na viradinha do ano ganhei um lindo presente, na verdade dois presentes, um presente físico(que só vou revelar no final) e um presente... posso chamar de sentimental, o jogo do amor.
Era uma tarde de sol escaldante, o fogo do corpo podia ser visto nitidamente, o suor descia pelo rosto, queria apagá-lo de qualquer jeito, minha única saída era entrar na piscina de 10 mil litros que ficava no quintal da casa dele. Ele não estava em casa, nem sabia onde ele estava. Fitava aquela bacia de água continuamente, até que decedi dá um mergulho. Com um shot estampadinho e uma blusa de alça, caí feito um patinho naquela piscina, tinha um desejo insaciável de tomar banho e refrescar a minha mente e algo a mais. A fumaça subiu, o fogo havia apagado.
Eu não estava sozinha, a Bebê, uma linda minina de 3 anos me fez companhia, ela não podia ver aquela piscina cheia que já queria fazer a festa, aproveitou que eu estava lá, para cair na folia. Enquanto ela pulava de felecidade, tentei relaxar e refletir um pouco, o ano estava para terminar, era o final de 2005, questionava: O que fiz esse ano? Quais foram minhas ações? realizei meus objetivos? oque faltou para alcançar? Comecei a tumultuar meus pensamentos, parecia uma guerra mental, perguntas e respostas, gritei no meu íntimo: chega! faltam algumas horas para o ano terminar e eu estou enlouquecendo... e quando estava quase entrando numa convulsão psicológica. Ele aparece... ufa! fui salva, deu-me um beijo e se foi.
Hã, será que era um sonho, procurei-o e não encontrei, ele já estava subindo às escadas e entrando para dentro de casa, ah! ele está aqui, pensei: ele foi trocar de roupa para vir me fazer companhia. Fiquei esperando, esperando... e passaram alguns minutos gritei: Alexandre! Alexandre! ele apraece com aquele rostinho meigo, disse-lhe: vem para piscina relaxar um pouco, ele responde meio sem jeito, bem, eu... sabe... ele não estava a fim, fiquei tão triste, que criei uma criaturinha no meu pensamento, a ira. Fiquei tão chateada que queria explodir. Então subi e perguntei irada:por que você não foi para a piscina? ele não respondeu, então fui tomar uma chuverada e trocar de roupa. Ele veio na minha direção, deu-me um beijo e...
o jogo do amor estava para começar.

Sigam-me os bons!

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